OS “TALENTOS” NUNCA FICAM SEM EMPREGO

Esforço faz o feirante que acorda às duas da madrugada, compra os produtos, põe no caminhão, vai para a rua, monta a barraca, grita a manhã inteira, vende, ganha, desmonta a barraca, e faz tudo de novo “todo dia”. Esse sim tem talento.

A grita dos “artistas estatais“, financiados com dinheiro público, (Vagner Moura entre eles) abre uma outra questão. Até pouco tempo, nós, simples mortais, não questionávamos o talento dessa gente. Hoje fica a pergunta: Caso eles tenham que se manter com o dinheiro ganho pelo próprio esforço, batalhando as bilheterias dos teatros como faz Antonio Fagundes e outros tantos bons de verdade, será que eles conseguiriam?

O consagrado diretor Padilha, (tropa de elite entre outros) deu um chega para lá em Vagner Moura quando nas páginas amarelas de VEJA, esculachou seus “amigos” petistas, exatamente por conta da corrupção liberada pelas “autoridades” partidárias.

Em curto  tempo saberemos se o MINC (Ministério da Cultura) não existia apenas para sustentar vagabundos sem talento verdadeiro.

O tempo dirá rapidamente, pois o “intelectual vagabundo” fica sem dinheiro  rápido, e sempre culpará alguém por isso. O “artista estatal” termo que ouvi de Fernanda Montenegro, não saberá mais trabalhar de verdade, como faz o feirante todo dia.

E quanto a Cultura, países que têm os melhores museus do mundo, arte de referência, teatros invejados, não tem MINC’s. Vale ver no vídeo abaixo Vagner Moura, o defensor do MINC, do PT, de DILMA, em um papel, e avaliar se ele está fazendo “grande esforço para interpretar”.

Graças ao MINC os “artistas estatais” se acostumaram a grandes quantias.

Pensando Juntos

A Pauta do Amanhã

Antever cenários, identificar oportunidades, e apontar caminhos inovadores para gerar qualidade de vida, é a nossa missão

OS “TALENTOS” NUNCA FICAM SEM EMPREGO

Esforço faz o feirante que acorda às duas da madrugada, compra os produtos, põe no caminhão, vai para a rua, monta a barraca, grita a manhã inteira, vende, ganha, desmonta a barraca, e faz tudo de novo “todo dia”. Esse sim tem talento.

A grita dos “artistas estatais“, financiados com dinheiro público, (Vagner Moura entre eles) abre uma outra questão. Até pouco tempo, nós, simples mortais, não questionávamos o talento dessa gente. Hoje fica a pergunta: Caso eles tenham que se manter com o dinheiro ganho pelo próprio esforço, batalhando as bilheterias dos teatros como faz Antonio Fagundes e outros tantos bons de verdade, será que eles conseguiriam?

O consagrado diretor Padilha, (tropa de elite entre outros) deu um chega para lá em Vagner Moura quando nas páginas amarelas de VEJA, esculachou seus “amigos” petistas, exatamente por conta da corrupção liberada pelas “autoridades” partidárias.

Em curto  tempo saberemos se o MINC (Ministério da Cultura) não existia apenas para sustentar vagabundos sem talento verdadeiro.

O tempo dirá rapidamente, pois o “intelectual vagabundo” fica sem dinheiro  rápido, e sempre culpará alguém por isso. O “artista estatal” termo que ouvi de Fernanda Montenegro, não saberá mais trabalhar de verdade, como faz o feirante todo dia.

E quanto a Cultura, países que têm os melhores museus do mundo, arte de referência, teatros invejados, não tem MINC’s. Vale ver no vídeo abaixo Vagner Moura, o defensor do MINC, do PT, de DILMA, em um papel, e avaliar se ele está fazendo “grande esforço para interpretar”.

Graças ao MINC os “artistas estatais” se acostumaram a grandes quantias.

18 maio 2016 - jornalista@paulosergiorosa.com